qui. abr 18th, 2024

Plano de Carreira no Japão

A vida passa como um relâmpago!

“Vim para o Japão com o plano de 3 a 5 anos, mas estou há mais de 20 anos…”

“Antes era solteiro, hoje sou casado e com filhos.”

“Estou passando dos 40 anos de idade, sinto mais cansaço…”

“Estou despreparado para a aposentadoria, o que faço?”

“Meus filhos não querem voltar para o Brasil mas eles não aprenderam o japonês…”

“Comprei casa no Japão e busco um emprego mais estável.”

“Não sabia que era possível trabalhar fora de fábricas.”

“Não sei as vantagens e desvantagens entre um emprego de Haken com a de carreira.”

Vamos conhecer a história!

No final dos anos 80 à início de 90, os empregos no Japão eram de contratação direta, sem o modelo das atuais empreiteiras (Empresa que realiza obras ou vende mão de obra ).

2 Fatores fizeram as empresas rever os planos:

①  Diferenças culturais:

Baixo nível de idioma japonês e a pouca familiaridade com a cultura japonesa.

②  Diferenças interesses:

O objetivo principal dos trabalhadores era poupar dinheiro para investir e voltar ao seu país de origem.

Alternativa encontrada:

Terceirização de mão de obra.

① UKEOI (Empreiteira)

Modelo inicial de terceirização onde uma empreiteira era responsável por uma parte da produção/setor contratando os trabalhadores como funcionários da empreiteira.

②HAKEN (alocação)

Modelo de terceirização onde uma empreiteira aloca o trabalhador. Modelo implantado no Japão em 1986 como agenciamento de empregos restritos para trabalhadores qualificados.

2004 Em vigor por licenciamento especial:

Agenciamento de empregos ou alocação de trabalhadores que era proibido até então, em trabalhos não qualificados do setor manufatureiro.

① SEIKEI KOYOU (Emprego Regular)

Modelo que sempre existiu e ocupa atualmente 60% da contratação de trabalhadores do Japão. Funcionários efetivos são chamados de Seishain.

② HI SEIKI KOYOU (Emprego não regular)

Modelo não regular: HAKEN, KEIYAKU, ITAKU, PART-TIME, ARUBAITO. Ocupa atualmente 40% da contratação de trabalhadores do Japão.

Trabalhadores não regulares 38.3%

Trabalhadores Regulares 61.7%

Carreira no Japão - Além das Fábricas e Haken

Tipos de Vistos e suas possibilidades

① Cônjuges e Descendentes:

Permitido trabalhar sem limite de profissões e regiões, é permitido trazer a família e constituir família no Japão. É permitido empreender, e adquirir empréstimo bancário.

Brasileiros podem ser contemplados com o acordo bilateral previdenciário para planejamento da aposentadoria. Visto renovável até a aquisição do visto permanente.

② Outros:

Estudantes, estagiários, técnicos específicos 1:  Limitados a cada ocupação e profissão, não é permitido trazer a família e constituir família no Japão. Visto renovável com aprovação no teste de proficiência do idioma japonês e habilidades técnicas.

Técnicos específicos2: Aprovado no teste de proficiência e habilidades técnicas após 5 anos de experiência, renovável a cada 5 anos. Permite mudar de empresa e região mas dentro do setor previamente aprovado. 

Emprego de carreira ou sem carreira, o que pode mudar?

Sua escolha pode mudar completamente a sua vida.

Amplie o seu horizonte 

Planejamento de vida e carreira no Japão

Carreira profissional agrega valores e melhoria de salários

Desenvolvimento do capital humano e empregos formadores de profissionais

Independente de trabalhador temporário ou de carreira, a capacidade física vai diminuindo com o aumento da idade. Ao contrário de funcionários não efetivos que tem a tendência de ter a renda e as oportunidades diminuídas após 40 anos de idade, os funcionário efetivos e com habilidades técnicas aumentam suas rendas até 50 anos e podendo manter patamares elevados até a aposentadoria.

Imagem da progressão de rendas entre HAKEN Shain e SEI shain

Independente da idade, escolha uma profissão e empresa com o objetivo de tornar-se um profissional habilidoso dentro de 5 anos.

40 horas X4.5 semanas=180 horas/mês = 2.160/ano X5 anos = 10.800 horas

Educação e Carreira

① Graduados:

Os japoneses consideram o seu país como a sociedade que valoriza a graduação educacional.

As escolas são classificadas por um quociente chamado HENSACHI, que serve como avaliação de capacidades em obter boas notas.

Os pais que sabem da importância de graduação com o planejamento de carreira se esforçam em proporcionar as melhores condições para o desenvolvimento e alcance de melhores notas. Existe um mercado enorme de cursinhos de capacitações como matemática, inglês, esportes, músicas e diversas artes.

② Não graduados:

A mínima graduação do Japão é o de nível fundamental chamado de CHUGAKKO. São 6 anos de fundamental primário e 3 anos de fundamental secundário, totalizando 9 anos de ensino obrigatório.

Até esta graduação, os alunos não repetem de ano, mas o primeiro vestibular é realizado já na idade de 15 para 16 anos de idade. É na fase de adolescência que as crianças do Japão se sentem mais pressionados pois aqui começa de certa forma o divisor de classe acadêmica. 

O nível de graduação afetam diretamente na carreira de uma pessoa pois quanto mais elevado a graduação, maiores são as oportunidades.

Aprendizados fundamentais na educação básica japonesa.

Planejamento de Vida acadêmica e profissional

Sua carreira e o avanço da idade dos filhos – Planejamento familiar

Você sabia?

60% dos trabalhadores de todo o Japão estão empregados como SEISHAIN (efetivos) e 40% são trabalhadores HISEIKI SHAIN (não efetivos: inclui Haken, Kikan, Keiyaku Shain).

A grande maioria dos brasileiros e latinoamericanos (que na maioria trabalham como não efetivos) não conhecem a real diferença entre Haken Shain e Seishain.

Sendo SEISHAIN das empresas anunciadas no www.aloshigoto.com, você estará dentro de um emprego que oferece formação de profissionais onde o salário tende a ser no mínimo dobro no final da carreira em relação aos não efetivos. Afinal, FUNCIONÁRIO EFETIVO se torna um membro “oficial” da empresa, onde além de melhores tratamentos em termos de bem-estar, obtém oportunidades para seguir a carreira profissional e melhorias em salário conforme capacidades e experiências, podendo programar as rendas anuais e a vida. Ao contrário de funcionários não efetivos que diminuem de salários e oportunidades após os 45 anos de idade, os funcionários efetivos aumentam suas rendas até completar 50 anos, podendo manter patamares elevados até o dia de se aposentar com 65 anos de idade.

As condições salariais vão aumentando de acordo com experiência e melhoria de capacidades, além da conquista da confiança, credibilidade e capacidade administrativa.

Apoiamos sua carreira, venha conhecer o Projeto Integra e receba orientações!