qui. dez 2nd, 2021

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A história da relação Nipo Brasileira e perspectivas futuras em 5 minutos.

Sergio Santos, 38 anos Sugie Kensetsu Kabushikigaisha

"Eu acredito que o maior empecilho dos brasileiros de migrarem para empregos diretos é o medo, a insegurança e a dependência. Achar que não daremos conta de resolver pequenos problemas no dia a dia do trabalho, apesar de ter um nível de nihongo o suficiente para isso. Após assistir uma palestra do Projeto Integra e receber a assessoria para dar os primeiros passos, conquistei meu emprego de carreira. Não foi um caminho fácil, mas sei que agora tenho perspectivas de estabilidade e segurança para minha família.”

Douglas Mauli

"A importância de trabalhar como funcionário efetivo ficou ainda mais claro durante a Pandemia do Corona Virus, onde observei diversos brasileiros terceirizados perderem seus empregos por baixa produção. Ter a segurança e estabilidade, além da oportunidade de obter mais qualificação, investidos pela empresa."

Fábio Ueda Asahi Kogyo Kabushikigaisha

"A Asahi Kogyo é a melhor empresa que já trabalhei até hoje! Sou o único brasileiro na empresa, e desde o início todos foram muito prestativos para me ensinar as funções pacientemente, além de investirem na minha qualificação. O clima organizacional é ótimo! Quero poder trabalhar aqui até me aposentar, ajudando e ensinando os novos funcionários e os conterrâneos. "

Paulo Kanashiro Chiken Kogyo Kabushikigaisha

"A diferença em receber o salário mensal e receber por hora é muito grande. A cada 3 meses e meio temos feriado no Japão, e quem recebe por hora, tende a ter a queda de salário a cada feriado, o que torna mais difícil administrar as finanças. Tenho as mesmas responsabilidades e mesmos benefícios de outros funcionários Shain. Além de que gosto de interagir com pessoas e ter essa oportunidade de viajar o Japão à trabalho."

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